{música} PRE PARA!

Você com certeza ouviu a Anitta essa semana! Quer dizer, a não ser que esteja em outro planeta. O Show das Poderosas dela virou febre, até porque a música é boa demais. Não ouviu? Ih, colega, ouve aí enquanto lê meus pensamentos de hoje:

Já tô pegando as coreô!

Hoje eu tive um dia super corrido. Pra já pegar o ritmo daquele jeito , dei o play no Show das Poderosas e segui. Segui com um monte de pauta pra criar, pausa pra responder comentário, engolir um sushizinho, aula de inglês no almoço (claro que me atrasei), conferindo a agenda do fim de semana. Voltei depois do almoço, trabalhando igual louca, e, claro, sai tarde do trabalho. No trânsito vim gravando em nota de voz o planejamento de pauta da freela, quase que não chego na aula de pilates. Na volta da academia, encontro o marido no portão, estreio a máquina de crepe enquanto ele seca e eu lavo a louça, janto, aprovo comentário, preparo pauta do freela, programo conteúdos enquanto assisto Mad Men com o marido, pausa pra um post e PRE PARA.

Esse é só um diazinho da minha vida que, normalmente é bem nesse ritmo. Amanhã é tudo isso de novo, mais acompanhar a prova de vestido da amiga (tá chegando o casório), projeto do outro freela e salão de beleza e formatura da cunhada e PRE PARA.

A Marcella, uma leitora querida que sempre tá por aqui, comentou na fanpage que o dia dela também é desse jeitinho aí. É trabalhar, cozinhar, correr, dar conta de tudo e PRE PARA. Acho que todas nós somos assim, sabe?

Olha, eu sempre fui contra esses textos piegas estilo “mulher, mãe, esposa, filha, amiga, profissional…” que fazem no dia das mulheres. Acho duas coisas dele: primeiro que, né, ninguém vira pra homem e fala “homem, marido, amigo, filho, profissional…”. Nenhum ser humano é monofásico, todos nós somos várias coisas ao mesmo tempo e isso não é mérito.

Segundo que eu sou super, super, super contra essa história de Super Mulher. Sabe, aquela história que contam pra você que você é super, que vai dar conta de cozinhar com a mão, dar mama pro filho com a outra e digitar o email pro chefe onze da noite com, sei lá, o pé, enquanto você tá gostosíssima com academia em dia, unha feita e casa limpa? Mentira. Só te disseram que você sabia fazer isso pra você se sentir mal quando não faz isso. Aí você se sente um lixo quando manda o maridão lavar a louça – afinal toda mulher dá conta, por que você não?

Aqui em casa esse discurso não funciona, marido divide tudo comigo. Mas, sabe… Poxa, isso não tem me feito menos super. Minha casa não é aquela maravilha toda, mas sempre tá de um jeito que, visita chega no portão e eu ajeito ela antes do desavisado entrar. Meu pilates tá em dia, já consigo pegar o pé. A unha não tá feita, mas a sobrancelha tá bem ok. E os jobs tão saindo, os freelas também… Poxa, se isso não é um Show da Poderosa, não sei o que é.

Essa música, a gente ouve e se identifica um pouco com ela. E eu acho que é porque todas nós somos muito, muito Poderosas. Sejam as que fazem tudo isso com um filhote em casa ainda, seja as que fazem tudo isso na casa da mãe, ajudando ela e estudando num segundo turno, sejam as que fazem isso morando sozinhas e arranjando tempo pra meditação e aula de francês, sem deixar de ver as amigas no fim de semana e almoçar com mamãe de vez em quando.

E sabe, a gente faz tudo isso e ainda faz planos pra ir além. De uma forma apertadinha aqui, outra lá, a gente compra nosso carro, nossa casa, a crepeleira que estava sonhando faz meses, o blazer do Beatle Juice que a gente acabou se rendendo… A gente planeja uma viagem que dá certo, a gente planeja um filhote pro futuro, a gente pensa em montar um closet ou home office no quarto que sobra e pintar a unha de azul na sexta feira. A gente planeja a vida e faz acontecer. A gente arranja tempo pra correr pro Shopping e comprar um sapato matador no almoço e fazer tudo isso em cima dele. Sendo e se sentindo muito, muito poderosa.

Então, minha amiga, depois de tudo isso, não se espanta se alguém comentar que seu carro poderia ser melhor, que sua casa poderia estar assim ou assado, que seu cabelo fica melhor assim, que você deu uma engordadinha, que você gasta muito comendo porcaria fora, que seu blog (eu sei que vocês tem!) tá mal cuidado, que o look do dia ficou esquisito, que seu artesanato tá estranho, que não era hora de ter filho, que gastar tudo isso com casamento é um absurdo…

Aff, deixa pra lá, espanta as invejosas. Tá incomodado? Sai por onde entrei!

Esse post é sobre uma grande ficha que caiu hoje: o Show das Poderosas não é apenas uma música com uma coreografia. É a história da nossa vida, quando a gente come o almoço que trouxe pro trampo, na nossa própria mesa, respondendo email e marcando médico, ainda aguentando opinião das recalcadas.

Eu sempre fiquei pensando qual era o nicho do meu blog, sabe? Depois de ler os comentários de vocês, passar esse dia do cão, dividir looks, paixões, experiências e planos na fanpage e ver como cada uma de vocês tem um pouco de Deborice aí dentro, eu cheguei a uma conclusão: esse blog é sobre o Show das Poderosas.

Esse blog é feito pra gente como a Marcella, que corre super e ainda comenta aqui sempre; como a Babs que tá gravidinha do segundo baby e dando conta de fazer festinha; pra Bianca, que tá planejando um casório em tempo recorde; pra Lila, que tá se jogando nos sonhos dela; pra Lígia, que se jogou no sonho e fez projetos lindos acontecerem; pra Paty, que teve coragem de abraçar quem ela é e seguir carreira solo; pra Luísa que lançou um projeto novo com tudo pra dar certo; pra Julia, que meteu a cara em abrir a própria empresa e não desagrada um único cliente; pra Sah que mudou de cidade grávida de oito meses; pra Dai que está dando conta de uma vida nova, com família nova e num país novo – história parecida com a da Pri!; pra Jana, rainha do multitask (sou apenas princesa, baby); pra Letí que é a melhor mestranda do mundo… Pra tanta gente que passa por aqui e compartilha a vida comigo…

É feito pras Poderosas que ainda querem ter direito a uma dica de como dar um jeito nessa vida louca e terminar tudo linda e bem vestida (ou em casa, de pijama, assistindo Netflix bem contente no sábado a noite, o que também é permitidíssimo). É sobre ser poderosa, planejar, correr, fazer acontecer e ser feliz.

Amiga, Pre Para! Pra resolver uma vida assim, só mesmo dando show e sendo muito poderosa. Igual eu sou e você também é.

Pra ouvir de novo, enquanto você pensa na sexta que vem aí:

Pre para!

{nostalgia} 5 brinquedos que eu não tive

O Furby voltou, todas comemora! Você lembra dele, né? Aquele bichinho fofo, assustadoramente horroroso porém adorável, que cantava, aprendia a falar com você, gritava o tempo inteiro, tornava a vida dos seus pais um inferno… Ai, que delícia um Furby!

Se você teve ele, claro.

Eu não tive Furby e era mega frustrada por isso. Ok, não virei uma assassina serial nem  perturbada por tão pouco, mas, aff, queria taaanto ter tido um Furby!

A volta do Furby me fez lembrar de alguns brinquedos que eu quis e não tive. Saiu uma lista, saiu um meme:

5 – Mc Donald’s da Barbie
Era da Barbie? Não sei, acho que era. Afinal, era tudo pequetico. Eu tinha loucura por coisa pequitica, miniatura, coisinha pitoca. O Mc Donald’s pequeno era tudo isso e ainda era um Mc Donald’s, como não amar? Não tive, fiquei frustrada. E gorda, porque talvez daí que venha minha Mc Donald’s obsession.

4 – Casa da Barbie

Mais uma miniaturice que eu não tive. Não lembro porque, se era caro, se era chato de achar, não lembro. Lembro que muitas meninas não tinham e lembro que eu tinha uma amiga que tinha e super fazia “eu tenho você não tem”. Ai, que ódio dela que deu agora.

3 – Bailarina-da-borboleta-fada-que-gira
Esse não tem foto porque não consigo lembrar do nome e não consigo achar imagens. Vocês lembram?

Enfim, gente, lembro nem o nome desse troço, mas era assim: uma fada bailarina que, quando você puxava a borboleta que ficava do lado do penhasco de base dela, ela saia voando e girando. Tipo um pirocoptero, sabe? Na época, no internets, ninguém ficava sabendo das coisas. Mas, aposto, um monte de criança deve ter, sei lá, ficado cega com as asas dessa fada. Isso era uma arma branca, como deixavam ser comercializado? Quem aprovou isso?

2 –  Ken

Juro pra vocês, nunca tive um Ken. Era uma frustração tremenda não ter um Ken. Todo ano eu pedia Ken no Natal e ganhava Barbie. Minhas Barbies tavam tudo lá, solteira, frustrada, postando imagem de “amo meu sobrinho” no Facebook. Acho que os adultos pensavam “mas a Barbie é MUITO mais legal que o Ken, vou lá dar outra Barbie”. E minha caixa de brinquedo parecia a ilha de Lesbos.

Um dia eu ganhei um Beto, namorado da Suzi. Não era um Ken, né, mas já tava ficando feio pras minhas Barbies, não fiz desfeita. Dai uma criança, não lembro qual, veio aqui em casa brincar e RISCOU TODO MEU BETO. Serio, gente, isso tem que ser obra de um mini psicopata. Minhas Barbies todas ali, uma vida toda sem conhecer Ken e vem alguém e risca o Beto, última esperança delas, todo de caneta esferográfica. Serio, uma das maiores crueldades porque já passei. Não sei se superei ainda.

1 – Furby

Ai, o Furby. Eu babava no Furby. Como eu queria o Furby. Eu sonhava com Furbies. E, pior, Furby era uma coisa muito pessoal. Ele aprendia a responder a voz do dono então não tinha nem a chance de eu, sei lá, ir na casa duma prima brincar com o Furby dela pra passar o aguamento.

Era tanta vontade de ter um bicho horroroso desses que eu to considerando seriamente comprar um pra mim na reedição. Veja, são quatrocentos reais pra curar um trauma. Mas não sei como meu chefe ia lidar com eu trabalhando com um Furby gritando na mesa. É, talvez não dê certo.

Você também tem brinquedos que não teve e te traumatizaram, te acabaram com sua vida, te criaram problemas psicológicos? Responde essa lista no seu blog, vamos fazer uma grande terapia em grupo, gente!

{dujour} Caveiras e coturninho

Tem muita gente contra look do dia, mas eu não sou. Afinal, vai dizer que não é super legal entrar no blog da colega e ver como cada uma usou seus modelitos? Acho bem mais massa que acompanhar lookbooks, porque o look do dia é feito por amigues da vida real, vestidas pra viver a vida real. É no look do dia que a gente saca se a peça veste bem em uma menina com medidas de não-modelete e se rola ir trabalhar ou passear no finde com aquela roupa. É bem pé no chão!

[Claro que tem aquelas gurias que fazem look do dia com fotos super produzidas. Eu não acompanho tanto porque não piro tanto em fotografia, que acho que é mais o foco delas. Mas é bonito de ver e se inspirar e, quando não to afim, é só não ver. Ninguém é obrigado a ver o que não gosta e ninguém é obrigado a fazer só coisas que eu gosto, né? O importante é manter o respeito <3]

Foi pensando nisso que eu abri uma conta no DuJour (meu novo vício) e resolvi voltar a postar looks do dia por aqui. Mas vou tentar dar uma vibe diferente, vamos ver como a coisa sai.

O look de hoje tem “coturninho” (não é coturno, é uma bota da Moleca mega confy), saia de caveira, mix de estampas e – mesmo assim – eu usei pra trabalhar. Fuck the police, não tinha reunião com clientes e sou publicitária, minha gente. Claro que se você trabalha no escritório de contabilidade pode não ser exatamente como a chefia aprecia sua postura, mas pro fim de semana rola.

Ele é um look cebola, ou seja, em muitas camadas. Tô com duas meias-calças (uma quentinha por  dentro e uma fininha por cima), to com segunda pele sob a blusa e com jaqueta de jeans resinado pra fechar vento. Na friaca que anda acontecendo em Curitiba, tá necessário se proteger e virar cebolinha. Se você quer aprender a ser cebolinha bonita no inverno, tem que ler este post do Oficina de Estilo já!

No mais, os detalhes incluem um anel que custou R$ 3 (veja bem!) na Maria Chica e essa estampa dessa saia pela qual que sou louca, louquinha. Eu lembro que três anos atrás, quando ela foi lançada na Renner e na Zara, foi febrona. É capaz de vocês terem em casa também.

[Se vocês quiserem ver outras possibilidades com essa saia, duas meninas ferissimas no look do dia que já usaram ela que eu lembro de cabeça são a Lia, a Mel e a Mel de novo :D ]

E bora trabalhar nesse friozinho gostoso, né, gente? Curtiram? Usariam igual? Querem mais looks do dia?

{decoração} lavabo listradinho!

Vocês gostam de decoração? Eu amo tanto quanto amo moda. Ou seja, não entendo nada mas adoro brincar, haha. Agora, uma coisa que a decoração e a moda tem em comum é que a gente sempre acha que não consegue brincar com elas com pouco dinheiro. Eu mesma achava isso até bem pouco tempo, mas descobri que é uma cilada.

Pra ter coisas bonitas, temos três opções: podemos comprar caro, podemos pesquisar onde comprar barato ou podemos fazer com asj próprias mãos. Ou seja, com alguma pesquisa, criatividade e jeitinho, rolam verdadeiros milagres do design com pouquíssima grana. O meu último milagre aqui em casa, por exemplo, foi meu lavabo.

Aff, que orgulho desse lavabo! Todo mundo que vem aqui em casa fala que ele ficou com cara de “lavabo da revista”.

E ficou mesmo, né? Lindo demais! A execução do “projeto” (eike importante!) foi parceria minha e do marido – como quase tudo aqui em casa.

Eu não fotografei o passo a passo, porque não esperava blogar isso, mas resolvi fazer uns gráficos pra explicar pra vocês como fizemos. Vai que eu inspiro vocês a fazerem coisas parecidas e até usamrem a ideia como base pra coisas ainda mais legais por aí? Se fizer, me mostra, hein?!

Passo-a-passo do banheiro listradinho:

Primeiro, nós pintamos toda a extensão da parede que ficaria listrada com a cor mais clara. Após a secagem, marcamos, medindo com a trena, onde ficariam as faixas na parede. A gente decidiu que cada faixa teria 30cm, então fizemos marcações de 30 em 30 cm por toda a parede, desde o chão. Fizemos uma marcação a cada 30 cm para o lado, pra não ter perigo de a linha não ficar bem retinha. Ah, a marcação foi feita com bolinhas feitas a lápis, pra não ter risco de manchar a parede.

Depois, ligamos uma bolinha a outra (na horizontal) com fita crepe, demarcando a área de cada listra. Escolhemos um rolo de fita-crepe bem grossa pra marcação ficar bem delimitada.

Por último, pintamos uma área demarcada sim, outra não, com a tinta mais escura.

Aí foi só esperar secar e – tcharãm – parede pronta! Sucesso!

Nós não gastamos muito em tinta – compramos uma lata de 6 litros de tinta branca (+ ou – R$ 60) e uma bisnaga de corante preto (R$ 4,00), para fazer a tinta cinza. Com esses corantes de lojas de material de construção você pode fazer a cor que quiser em casa! Só não dá pra esquecer de anotar a proporção de tinta/corante utilizada, pra caso você precise repetir a cor.

Pra finalizar, com a parede pronta, foi só selecionar os ~decorativos.

Escolhi a saboneteira da linha Alexandre Hercovitch da Tok&Stok porque achei que ficou tudo a ver. Ela custou, se não me engano, R$ 60. A prateleira de vidro foi comprada numa casa de materiais de construção por R$ 30. O cesto de vime pra abrigar o rolo de papel e cheirinhos foi R$ 25. A toalha (linda!) foi presente de casamento de uma tia do marido, o potinho com essência é um dos que decorou o salão do casamento.

Já o pote com flores é uma queijeira de uma loja de R$ 1,99 que eu levei pra casa e pintei. E o espelho é também de uma dessas lojas chinesas, só pintei de amarelo pra dar um charminho. Pelo que lembro, Foi R$ 20.

Se você fizer as contas, no total, gastamos R$ 200,99 e uma tarde de domingo pra fazer o banheiro superpersonalizado. Uma bagatela pra ter um ambiente que todo mundo repara e elogia, né? Ai, que orgulhinho!

Quem ainda não tem a própria casinha, pode usar essa ideia pra dar um charminho na parede do quarto ou até convencer mamãe e papai a apostarem numa ideia diferente pra casa.

Dá até pra variar e pirar não só com listras, mas zigzag e até stencils com arabescos. O importante é soltar a imaginação e chutar o marasmo decorativo pra lá!

E vocês, gostaram do meu lavabo? Gostam desses tutoriais? Eu não fotografei porque, enquanto fazia, nem pensei em postar. Mas gostei tanto de fazer esse que acho que muitas coisas assim devem aparecer por aqui, entre meus textos maluquinhos. Opinem e contem o que vocês já aprontaram na casa de vocês por aí!

Ps: aff, eu não ia mostrar isso, já to aqui debulhando de vergonha. Tava com o post praticamente pronto e uma amiga minha veio aqui (beijo, Carol!) e pirou com a escovinha do lavabo.

Ela foi R$ 25 numa lojinha xing-ling aqui perto de casa. Gente, desculpa por mostrar isso. Me xinguem. Me denunciem pra polícia social. Me mandem catar cocos. Desculpa, haha, desculpa!

{reflexão} je ne t’aime plus nem malhadinha

Seria Marilyn average?

Sabe o que é bacana? Essa onda de aceitação do corpo que tá rolando por aí. Com a campanha da Dove, com essas coisas sobre rolar aquele amorzinho gostoso entre você e você mesma, sobre parar de se olhar no espelho e procurar defeito… sabe? Enfim, tem um texto da Lia sobre isso que é uma lindeza.

É curioso porque essa onda de self-love tá chegando nos blogs de menininha junto com a onda dos blogs fitness, né? Tem até uma menina super musa a tal da Gabriela Pugliesi (acertei?) inspirando a mulherada a malhar a bundinha e ficar gostosinha.

Não, eu não acho errado malhar. Nem não malhar. Acho errado encher o saco. Acho errado ser a chata que vai fazer campanha Plus no blog da Pugliesi ou que vai chamar as Curvys de gorda. Acho baixo astral.

Quando a gente chama uma plus de gorda ou uma marombeira de fútil, a gente tá dizendo que existe um jeito certo de mulher. E não existe. Seja ele o “jeito-me-amo-assim” ou o “jeito-quero-me-esculpir”, eu acho que o importante é o verdadeiro amor próprio, essa coisa de se gostar e se viver como se ama. Ai que poético!

Mas, vamos e convenhamos, sendo você uma bundinha sarada ou sendo você uma gordinha sexy, tem coisa mais maravilhosa do que ter um grupo? Ter uma galera pra você olhar as fotos, ver os looks, amar e se sentir pertencente a um grupo? Aí, é legal, todo mundo gosta de se identificar.

É por isso que eu acho massa que a internet crie essas panelas. Veja bem, tenho certeza que muitas meninas passaram a vida se achando o uó do borogodó e aí viram os blogs da gostosa da Steph ou da linda da Paulinha e já descobriram que são lindas como elas. Tenho certeza que enquanto a Pugliesi malha e Instagrama super, um monte de meninas que amam treinar se sentiram abraçadas por um grupo recalque-less de mulheres que querem treinar e ser lindas.

Então, só que eu não sou uma delas. Eu sou, acho que, average.

Já cansei de ler nos blogs das meninas plus comentários do tipo “ah, mas essa guria não é plus nem aqui, nem na China, deve usar 42 no máximo”. E, bem, eu não me identifico muito com a galera que malha duas horas por dia. Sempre penso que eu ia me sentir presa na academia malhando duas horas por dia. Eu curto ir pro pilates e olhe lá! Então, sabe, eu não sou magra, nem gorda, nem nada.

E aí eu não sei a que grupo pertenço. Porque minha calça não é 36/38, não é 44/46. Eu to no limbo das “average”. Eu não tenho blog de nicho. Eu não to correndo atrás de malhar minha bunda e não tenho direito de fazer posts “I am beautiful no matter what they say” porque SEMPRE chega alguém pra falar “aff, você nem é gorda, pare”.

[Aliás, eu acho que falar "aff, você nem é gorda" é o tipo de babaquice que você realmente deveria guardar pra você. Se eu fosse gorda, coração, isso não seria um problema. Ser qualquer coisa pra mim não é um problema.]

O problema é que o que eu sou não tem nome. E eu não sei onde achar meus blogs de nicho. Onde achar minhas iguais, sabe? Meu grupinho que me fortalece.

E aí fico nesse limbo de quem lê as traino-a-hollics e não comenta porque não pertence, lê as plus e não comenta porque não se sente no direito. Sou esse bichinho 40/42.

E tá tudo bem, saúde tá boa, sabe? Mas as vezes, só as vezes, eu queria me sentir parte de algo. Porque a verdade é que eu sou gorda demais pra ser magra e magra demais pra ser gorda.

 

{dica do dia} faça amor, não faça tempestade em copo dágua

Ninguém me perguntou, mas hoje eu vou dar uma dica:

Se você ama alguém, ama de verdade, tem uma coisa que você precisa fazer agora! Você precisa deixar isso claro. Não, ninguém é obrigado a adivinhar que por trás daquela briga, daquela discussão, daquela preocupação, daquela ligação gritada, daquele castigo forçado existia amor.

Abraça, diz que ama, diz que tem orgulho, diz que essa pessoa é importante. Divide um bolinho, divide um filminho, divide um beijinho. Se você ama mesmo alguém, aceita que o mundo é duro com todo mundo e que se logo você, uma das poucas pessoas que poderia dar amor sincero pra esse alguém porque é o que você sente, resolver que em vez de amor vai dar hostilidade, essa pessoa perdeu uma grande oportunidade de um momento feliz. E a gente nunca sabe o que vai no coração do outro – a gente nunca sabe o quanto esse alguém precisa de um momento feliz.

Se você ama, leva no parque, toma sol junto, faz um agrado, dá um abraço sincero, fala de um assunto gostoso, comenta um filme engraçado, faz um coraçãozinho no espelho, deixa um bilhetinho de amor.

Mas ama, ama mesmo. Porque já tem tanta gente pra discutir, brigar, xingar, fazer coisa ruim que se você ainda inventa de confundir tudinho e achar que amor é chamar atenção com problema, com discussão, com o lixo que não foi levado pra fora, com a capa da Veja que tá um absurdo, com o menor que não foi preso, com a bolsa crack, com esse emprego chato que não muda, com o preço do feijão… Pode ser que essa pessoa já tenha tudo isso de ruim lá fora e canse de esperar seu abraço.

Nunca na sua vida deixe de dar uma flor pra ter mais tempo pra discutir sobre algo que não vai ser resolvido. Porque a flor, o beijinho e o abraço podem resolver muito mais problemas que só o amor resolve, problemas que são muito mais urgentes do que a política econômica do país.

Coisa ruim qualquer um pode dar pra gente. Amor, só meia dúzia. E se você resolve se juntar ao time da coisa ruim, a conta já cai pra cinco.

Cinco é muito pouco, gente. Cinco é pouco demais. Não deixe cair pra cinco. Não deixe nunca de dar amor quando te pedirem. Nunca.

{música} 10 músicas que eu sei que você ouvia

Essa semana eu resolvi sair do casulo e ir “party with my girls” em uma festa chamada Ordinária. A Ordinária é uma festa fabulosa porque toca tudo, tudo, tudo aquilo que a gente gosta mas tem vergonha.

Fiquei imaginando quais músicas tocariam nessa edição (que é 80′s, 90′s e 00′s) e, claro, ouvindo músicas que fariam a Paty e a Vic terem orgulho de mim. Sabe aquelas músicas da época que eu, você e todo mundo assistiamos Disk MTV e vibravamos quando os nossos preferidos chegavam no top 3?

Acontece que o Disk MTV era um Top 10 e, por mais que X-Tina, Britney, BSB, *NSYNC e Hanson se engalfinhassem nas colocações topíssimas, sempre tinham umas bandas que paravam no meio ainda não sabemos como.

A gente se apegava porque, né, ouviamos todo dia e até que o pop era bom. Mas não virava amor, ninguém gastava a mesada com o CD ou nada assim. A gente ouvia no Disk, no rádio (Top 20 da Pan!) e fim.

Mesmo assim, eu tenho certeza absoluta que faz anos que você não ouve essas músicas – mas sabe cantá-las inteirinhas ainda. Quer ver?

O único motivo pra gente amar esse pirralinho de voz chata (pirralho, tem a mesma idade que eu, mas eu achava pirralho) era porque ele é irmão do Nick Carter e era nosso cunhadinho imaginário, pode confessar.

Eu lembro que eu e minhas amigas do fã clube dos Backstreet Boys nos dividiamos pra votar: botavamos os BSB em primeiro, mas não podiamos esquecer do ~cunhadinho ou o Nick ficaria bravo <3.

Gente, nunca ouvi duas músicas dessa mulher. Apenas essa. Nenhuma mais. Duvido que ela tenha gravado mais de uma, não é possível.

Essa música eu ainda escuto direto por motivo de: ela é FANTÁSTICA pra cantar na voz e violão (oi, Luisa).

O que Lenny era a coisa mais Rock & Roll que conseguia chegar perto das primeiras posições. Eu amava essa música, achava romântica, sonhava dançar no bailinho com uma pessoa que hoje nem lembro o nome, claro <3.

Ah, lembro que era um escândalo porque o Lenny pagava bundinha no clipe e eu morria de medo do meu pai entrar no quarto e ver que eu tava assistindo um clipe em que rolava bundinha. Sdds pudor da família brasileira.

Essa música é tão maravilhosa que a Riachuelo (ou será a Renner?) toca ela o tempo inteiro até hoje! Eu lembro que achava o máximo o clipe porque elas andavam mas não andavam e eu pensava “Meu Deus, que tecnológico”. Não era nada novo, mas eu era burra, desculpa.

Todas cantavam bem direitinho “alirubió MÔNICA inmala alirubió JÉSSICA bamassa”. Era maravilhoso e até seus pais amavam essa música que ainda é sucesso nos casamentos e festinhas. E tinha <3 coreô <3.

Hoje J. Lo é rainha e dona do nosso coração, ok. Mas, na época do Disk MTV, ela ainda era apenas Jennifer Lopez, uma mocinha latina que fazia clipes sensuais com participação especial da ~revolução da internet.

Nesse clipe, ter uma câmera parece algo realmente incrível. Mal sabiamos da invasão de Tekpix que sofreriamos.

Hahaha, esse clipe, hahaha <3, é tudo tão piegas, pelo amor de Deus <3!

Quero ver você tirar o ôôôOOôôôOooOoôôôOooôO da sua cabeça. Na próxima semana.

Essa você cantava assim ó
“papapapa
ishquendeli
papapa
ishquendeli
papapapa
ishquendeli
papapa LIVIN LA VIDA LOCA”

Gente, tinha tanto grupo de Spice Girls -sqn <3. Foi uma época muito girl power, muito top prateado, muito “bff’s cantando juntinhas”.

E tamos aí, até hoje achando que se pá seria mais fácil se todas tivessemos virado popstars.

Três coisas mais maravilhosas sobre esse clipe

- Kelly TÃO bagacenta <3
- Vocês lembram que ela era trilha de uma novela em que a Claudia Raia e o Kaiky Britto eram vampiros?
- Vocês lembram que a MTV passou um making of do clipe em que o Ozzy apenas parecia estar morrendo de constrangimento? <3 sdds Ozzy <3.

 …

Que delícia, né, gente? Relembrar é viver!

Vocês lembram de mais alguma música dessas que eram super a cara do Disk MTV mas meio Lado B na nossa vida?

{comidinhas} feijãozinho de mamãe no mambembe

Esses dias postei a foto acima no meu Instagram e causou loucura, frissón e gritaria. Muita gente me perguntou onde é que eu consegui tal refeição no almoço da vida loca de quem trabalha em Curitiba e só come no quilo super engordante, no fast food super enfartante ou no japa se iludindo que é magra.

E aí tá a resposta: esse prato veio do Mambembe.

O Mambembe é um restaurante que eu já frequentava aaaanos atrás, mais precisamente com uns 18. Ele tinha um ambiente bem aconchegante, bem artesanal e tocava MPB. A cara da minha vida passada, quando eu fazia Letras na UFPR e era super “ciências humanas”. Nessa época, ficava em uma casa na Barão de Guaraúna. Mas ela fechou “/.

Aí que anos depois eu descubro que o Mambembe abriu um fast food no Shopping Muller, com uns pratos super delicinha. Tem escondidinhos, farofa e <3 feijão <3, gente! Não, não é aquele feijão de certos fasts, não, é feijão com temperinho da mamãe, sabe? Aquele que a gente espera o domingo pra poder comer?

Sou a louca do feijão, acho que na vida posso ficar sem arroz, sem a batatinha, mas se me tira o feijão preto com farofa eu morro. Então pensa como esse fast entrou no meu coraçãozinho pra ficar.

É claro que, como em qualquer outro lugar, se comer todo dia você super enjoa. Mas é uma opção linda pra quando você tá doentinha, tá fraquinha, tá de mimimi que quer feijãozinho ou enjoou da cara das saladas, sandubas e japas por aí.

Preço médio dos pratos: R$ 20,00
Minha dica de prato: Abraça o escondidinho de alho poró com bife acebolado, feijão e farofa e jura amor eterno pra esse gato <3.

{reflexões} desabafo de uma ativista cansada ou o dia em que eu quis deletar a internets

Uma coisa que cansa: ser ativista. É um saco, um verdadeiro saco bem grande, peludo, fedido e fedorento ainda por cima. Se você tem conexão com internet então, vish.

O problema é que não dá pra você decidir “tá, não vou ser mais ativista”. É tipo ter um TOC, mas seu TOC é com o mundo. Quem tem TOC, vê o tapete torto e tem comichão pra arrumar. Ativista é um cara que viu o mundo torto e aí ele precisa tentar arrumar.

Todo ativista acredita numa coisa bem do fundo da sua alma: que se todo mundo soubesse o que ele sabe, todo mundo seria ativista. Então, ele resolve que ele vai contar pro mundo e é nesse ponto que a cacaca tá feita.

Quando você é ativista do feminismo, por exemplo: você lê umas paradinhas na internet, começa a entender como a sociedade funciona e aquilo vai te dando um ruim. Você vê, comprovadamente, que o machismo mata e torna a vida de homens e mulheres pior, mas que ele é uma questão de hábito. Aí, você chega a conclusão que qualquer idiota é capaz de ver que o machismo mata e, poxa, isso é muito chato, né? Você compreende que o machismo é intrínseco a criação das nossas crianças e que isso precisa parar. Aí vem o Kinder Ovo e faz um rebosteio de ovinho azul pros meninos, rosa pras meninas. Aquilo te revolta.

Você sabe o caminho que as coisas percorrem: quando é criança a menina é treinada a cuidar da casa, brincar de casinha e de boneca – meninos ganham lego. Passa 20 anos e a infeliz tá ouvindo do babaca do namorado que mulher não tem lateralidade e raciocínio lógico e que é melhor ela lavar a louça porque, poxa, ela sabe fazer isso instintivamente. E você sabe que tudo isso começa em um inocente Kinder Ovo.

Você pensa: meus amigos são inteligentes, cara, se eu mostrar isso pra eles, eles vão entender.

PÉIM ERRADO, SEUS AMIGOS NÃO QUEREM VER MERDA NENHUMA

Você não proíbe ninguém de comprar a porcaria do ovinho de chocolate de um milhão de dólares, só comenta “Galera, o que vocês acham de boicotar o Kinder Ovo por isso?”. Pronto. Você é uma chata. E é feia. E mal comida. Porque mulher bem comida não é feminista, aff, deixa eu comprar meu Kinder Ovo rosa.

Então é isso, as pessoas começam a te ofender e te boicotar, o que é uma coisa muito dolorosa. Você diz “que tal não comprar um Kinder Ovo?” e a resposta é “gorda mal comida”. E as pessoas acham que não tão te agredindo, foi você que provocou.

Seus amigos desassinam seu feed, te bloqueiam, te “exilam” no limbo da internet. Por que? Isso mesmo, porque eles não concordam contigo, o que faz de você uma chata que ninguém é obrigada a ler.

Se você substituir essa história por qualquer outro tipo de ativismo e adaptar, o desfecho é o mesmo: você sozinha em casa, comendo um pote de sorvete e chorando porque não tem amigos.

O ativista é um cara chato, mas ele só quer um mundo melhor. Ele anda de bike porque não quer trânsito, ele é feminista porque não quer que mulher apanhe, ele é esquerdista porque acha que se pá não é lá muito justa toda essa história de uns com tanto e outros com tão pouquinho pra viver. Mas parece que essas ideias de um mundo melhor são o pior tipo de câncer social que existe, porque o ativista é que nem o cara que não usa desodorante e ninguém quer ficar perto dele.

Eu aqui sou um rebosteio completo: sou feminista, esquerdista, protetora de animais. Olha, eu só não reciclo lixo e nem ando de bicicleta – acho essas duas coisas uma vergonha, mas o mundo ainda não me tocou o suficiente pra fazê-lo.

Mas sabe o que acontece? Eu não reciclo lixo e quando algum amigo meu recicla eu não paro do lado dele e fico UH ECOCHATO MORRA AFF VOU TE BLOQUEAR. Eu também não comento notícia de bicicleteiro falando “aff, morreu porque pra que ficar andando nessas bicicletas, qual a necessidade?”.

Eu realmente acho nessa vida que uma grande verdade é que muito ajuda quem não atrapalha. Ninguém tem obrigação de ser ativista de merda nenhuma no mundo, mas uma coisa que a gente não pode fazer é atrapalhar quem quer um mundo melhor, né mesmo? Eu tento não atrapalhar.

Hoje, sou uma ativista de sofá. Leio e falo sobre o que penso, compartilho ideias. Eu tenho essas sensação de que disseminando conteúdo, as pessoas vão ler, pensar, se contaminar por essa corrente do bem e querer participar.

Isso é ilusão. As pessoas são alienadas e elas ficam bem incomodadas de serem tiradas de sua bolha. Elas te tratam mal e te excluem quando você luta.

Então eu cansei, sabe, resolvi parar. Até porque o ativismo versus o ativismo-anti-ativismo virou uma grande 7ª A contra 7ª B nas redes sociais. Você fala, fala, fala e é o chatão da patrulha do politicamente incorreto. E fica sem amigos. Enquanto isso, a 7ª B te taca tomate e ovo podre. No fim da história ninguém discute, ninguém reflete, ninguém muda de opinião por um segundo.

No fim, o ativismo virou só o motivo da vez pras pessoas brigarem e se odiarem.

Talvez seja daí que venha essa pira de que feminista morre gorda e cheia de gatos, sabe? Porque quando você tenta fazer o bem e as pessoas te abandonam, esse é seu provável destino no mundo.

Eu cansei de gastar meu tempo, minha energia, minha vida sendo ativista e sendo maltratada. Então cansei de discursar, vou só incorporar ao meu discurso.

Como? O Deborices é um blog de… Deborices. É como eu vejo o mundo. Eu falo de moda, de música, de decoração, de homem gostoso e de trivialidades. Mas tudo da ótica das minhas crenças políticas e sociais.

Não vou mais dar mijada política na internet, mas não vou mudar a postura do que eu acredito.

Acho que virei adulta, resolvi engolir toda minha indignação com o mundo igual a gente engole Eno: desconfortavelmente e de um gole só.

Que os mais jovens tomem meu lugar e consigam mudar algo.

PS: Uma coisa que ficou bem mal interpretada porque na verdade foi bem mal escrita por mim – quando eu digo que sou uma ativista de sofá, quero dizer que o que eu faço na internet é tentar falar um pouco sobre o que eu sei e o que eu acho em meus textos pra que as pessoas leiam. Não quer dizer que eu não seja uma pessoa que “faz” coisas, mas eu não curto muito essa história de pagar pão de queijo pra mendigo e fotografar depois. O que eu faço fora, continuarei fazendo fora, o que me cansou foi minha verborragia.

{meme} 10 famosos que eu pegaria

Olha, gente, vou confessar uma coisa horrível pra vocês: desde a primeira vez em que vi o meme (com a Vic-linda respondendo) eu tava aí querendo brincar também. O caso é que, enquanto as outras bloggers estavam com dificuldade de fazer uma lista com mais de cinco, tava eu com dificuldade em fazer uma com menos de 15.

Mas, a gente tem que tá economizando, né mesmo? E nessa vibe sustentável, vem aí o meme, a sensação, a lista, dos 10 Famosos que eu PegaERROR convidaria para conhecer minha coleção de borboletas exóticas (sorry, recém-casada).

10. Alexander Skarsgard
Por que? Porque eu não gosto de homens loiros, de olhos claros – acho muito baby face. E aí vem Alex e abala minhas estruturas. Não consigo compreender como Sookieeeeeh ainda tem duvidas sobre esse tema, sabe?

I wanna do real bad things with you

9. Jorge Drexler
por você, eu comprava uma lomo e uma bicicleta

Jorge entrou por cotas duplas nessa lista, na cota dos coroas e na cota dos latinos. Ele é charmosíssimo elevado ao cubo do infinito quando se soma esses olhos com essa voz perfeita. Nem comecei a falar sobre essa mania da barba por fazer que é totalmente excelente, por que não? Ah, ele tem um Oscar!

Ou seja, um homem com 100% de borogodó incluído, eu diria.

8. Tony Stark

Pausa. Não estou falando de Robert Downey Jr, ok? Tô de boa de homem que bate em mulher. Estou falando de Tony. Tony é lindo, incrível, inteligente, rico, bem sucedido e ainda pode te salvar quando, sei lá, um exército de robôs russos resolver explodir ao seu lado. Afinal, ele é Iron Man, minha gente.

Cada cena em que Tony fala de pertinho com Peppers me amolece um pouco mais o corpo.

É isso.

7.  David Tennant
Eu não vou argumentar muito sobre o melhor de todos os doctors (Doctor Who, bonita). Vou apenas apresentar uma tese aqui sobre o tema:

David tem uma coisa que eu chamo de “borogodó nerd”. Funciona com poucas meninas, tipo eu. Mas quando funciona, ah, funciona!

6.  Michael C. Hall
Eu não sei se deu pra notar até aqui, mas eu tenho um problema com esse estereótipo de nerd-semi-cafa.

E daí se ele é um piscopata quando tem esse sorriso, né mesmo?

Este link explica um pouco do borogodó desse homem. Eu não clicaria se estivesse no trabalho ou se minha vó tivesse na sala:

PS: tenho problemas sérios para separar o personagem do intérprete
PS 2: R-U-I-V-O.

5. Ben Affleck
Se é pra falar de gente que tem estatueta em casa, vamos falar desse menino que a gente viu crescer e passou talquinho na bundinha (ou gostariamos).

Minha primeira quedinha por Ben foi quando vi Gênio Indomável e nunca mais parou. E é um cara 100% aprovado por J.Lo, não pode ser má ideia.

don’t be fooled by the rocks that I got.

Eu acho que Ben e Matt formam uma dupla meio oposta, daquelas que não tem como você gostar de ambos – se você ama o Ben curte e se ama o Matt compartilha. Eu já até curti o Matt certa vez, mas assisti Team America e foi impossível continuar.

4. Brad Pitt
Eu tinha falado que tenho algo contra loirinhos, certo? Ok, me corrijo: não sou a favor de homem com babyface. Pode até ser loiro, mas deixa a barba ou algum sinal de que você tem mais que dez anos, por favor.

 Assim fica ótimo, por exemplo

Isso posto, explico Brad em minha lista: eu não dava muito valor pro Brad, mas aí ele tomou duas atitudes significativas:

ficou lindo pra Ocean’s Eleven

comprou uma moto pra andar com a Jolie.

Dizem as más línguas que esse homem é uma porta e tão caipira que dá um nervoso. Mas tudo bem, eu não queria conversar. Só queria que a moto fosse uma estradeira, Brad, você pode melhorar.

3. Ed Westwick
Toda uma geração se curva a Chuck Bass, isso nem precisa de explicação. Agora, depois que Google me revelou que ele é inglês e tem uma banda indie, foi difícil superar essa paixão.

3 words, 8 letters

2. Justin Timberlake
Olha, Justin é a prova viva de que você pode ser barango, usar roupa duvidosa, ter cabelo de miojo e até fazer parte do Nsync (sorry, sou BSB Team), mas se você gravar Sexyback, tudo mesmo nessa vida pode ser superado.

Essa foto do casamento dele também ajuda. Muito.

Esses olhos ajudam bastante também:

let me show you a few things…

1. Brandon Flowers

Porque ele é muso.

Porque ele é divo.

Porque ele é um homem de família e fica bem com seu filho no colo.

Porque ele é másculo com ombreiras de penas.

Porque a voz dele é perfeita e ele é único.

Porque AFF, BRANDON PRECISA NEM EXPLICAR, SÓ CHEGA MAIS! <3.

E o que podemos concluir sobre mim após essa overdose de lindeza?

Que eu sou nerd, curto uma barbinha e um hipster, mas quero constituir família então só me venha se for com qualidades de bom moço no fundo do seu coração e um bom papo, por gentileza. A gente curte cara de cafajeste mas por dentro tem que rolar um sentimento. Exceto o Brad – pode trazer só a moto, Brad, estamos aceitando também!

Esse meme pode ser respondido por você, pela sua mãe que vai por o Robertão em primeiro, pela sua melhor amiga que tem gostos opostos, pelo seu amigo que quer colocar uns lindo na roda e pelo seu amigo ou amiga que quer falar das lindas também. Enfim, é um meme do povo, um meme pra todo mundo – leve essa maravilha ao seu blog você também!

E, se quiser conferir os gostos dessa mulherada blogueira que aderiu a essa onda do verão, babe com as listas da Vic, da Sheilloca, da Paty e da Carol! (e da Nary, aff, num pode esquecer a Nary não!)

[Se meu marido perguntar, sou problogger e isso foi a trabalho, obrigada de nada].